quinta-feira, 24 de março de 2011

(conto)Alvorecer dos Mortos

Autora:Bruh Cris
Terminado






--Por favor-falei-nos deixe ir!

--Vocês entraram aqui e agora sofreram as conseqüências-falou o velho
Ele se aproximou dos outros e de mim,com sua enorme foice,e sorriu.

--Bem vindos ao alvorecer dos Mortos-falou ele

Quando ele disse isso,o frio ficou intenso e podíamos ouvir barulhos por toda a parte...Enquanto ele se afastava de nos indo em direção ao portão,de três coisas eu estava convicta:

Primeira: Não sairíamos dali enquanto o dia não amanhasse se.
Segundo: Passar a noite ali, não seria a coisa mais fácil do mundo.

E terceira: Tinha certeza que algo, nos observava e apenas esperava uma oportunidade para atacar.





***

{Micro-conto} A ultima conversa

Autora:Bruh Cris
Terminado



Faltava apenas seis minutos para a meia noite, e eu estava como sempre no computador, no MSN, esperando algum consolo, uma palavra que me ajudasse a superar a minha grande decepção. Mas ninguém vinha me falar nada, apenas vinham perguntar se eu estava bem,devido ao “grande fora” que eu levara na  frente de todos.
 Há poucos minutos mudei meu sub para: Não estou pra ninguém (Morri). Na verdade morrendo era pouco, eu ainda estava sentada na cadeira do computador, sem nada pra fazer, e alguém insistentemente me faz o responder, a sim era ele, ele devia ter vindo zombar da minha cara:

Sam diz:
 Oi, ta ai?

terça-feira, 22 de março de 2011

(micro-conto) O doce beijo da morte

Autora:Bruh Cris
Terminado



As folhas caem, e uma brisa toca levemente meu rosto enxugando minhas lágrimas, ainda consigo sentir a dor que esmaga meu coração contra meu peito. Ele grita pedindo socorro, mais é um grito que ninguém jamais ira escutar. Meu coração, não passa de destroços agora é assim que ele vai ficar sempre, enquanto seu veneno insistir em permanecer em mim. Noite após noite sinto o quanto sua ausência me afeta, ainda mais quando teimo em pensar em você, na verdade eu queria poder arrancar meu cérebro fora, e me livrar dos pensamentos, todas as vezes que me deito na cama, e deixo minha mente vagar ela me leva para caminhos terríveis, o que poderia ter sido, o seu sorriso, o seu jeito de falar, e ate seu perfume, alem de todas as horas que fiz minhas amigas permanecerem paradas em algum lugar comigo para que eu pudesse te observar, tranquilamente, sem mas nem menos. Eu sempre soube que você sabia, SEMPRE!Também sabia que você fala de mim, com desprezo, e sim você fazia questão de quando passava perto de mim de falar das outras garotas. A sim isso doía no coração e na alma, minhas amigas tentavam me alertar, mas foi por sua causa que briguei com todas elas, mesmo quando elas tinham razão. Mesmo que eu ainda possa sorrir, nada, vai esconder as marcas que foram deixadas em mim.
   O que iria fazer, não sabia se era o certo, mas quem pensa em certo e errado quando esta amando?E principalmente quando não e correspondido.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Mascote da casa dos contos de terror