quinta-feira, 24 de março de 2011

(conto)Alvorecer dos Mortos

Autora:Bruh Cris
Terminado






--Por favor-falei-nos deixe ir!

--Vocês entraram aqui e agora sofreram as conseqüências-falou o velho
Ele se aproximou dos outros e de mim,com sua enorme foice,e sorriu.

--Bem vindos ao alvorecer dos Mortos-falou ele

Quando ele disse isso,o frio ficou intenso e podíamos ouvir barulhos por toda a parte...Enquanto ele se afastava de nos indo em direção ao portão,de três coisas eu estava convicta:

Primeira: Não sairíamos dali enquanto o dia não amanhasse se.
Segundo: Passar a noite ali, não seria a coisa mais fácil do mundo.

E terceira: Tinha certeza que algo, nos observava e apenas esperava uma oportunidade para atacar.





***



Algumas horas antes.

--Ei Sah-disse Klaus-Hoje e uma sexta feira 13

--Grande coisa-murmurei

--Você e a única que agente conhece que não tem medo-disse Bianca

--Por que teria?-disse-e só mais um dia,como qualquer outro!

--Não,não e!-falou Thomas-e o dia que todas as coisas ruins saem.

--E-falou Fernanda-Hoje os fantasmas do cemitério vão estar mais poderosos do que nunca

--Não acredito nisso-falei

--Se não acredita-disse Klaus-entao vai com agente passar a noite lá

--O que?!-falei-voces estão doidos!

--Ah vai Sah, só pra provar que fantasmas não existem-falou Thomas



***




Sentia um frio terrível, e me odiava, por ter aceitado vir com meus amigos,se não tivesse aceitado eu estaria em casa,dormindo.

Já eram quase onze e meia,o horário que marcamos para nos encontra,na frente do cemitério—supostamente assombrado—de nossa cidade.

Eu Sabrina definitivamente não acreditava nisso,diferente dos meus amigos,Bianca,Fernanda,Thomas e Klaus.De longe eu os via,eles estavam chegando,para a nossa noite no cemitério.

Sabia que isso era um erro,meus instintos mais profundos me alertavam sobre isso...
Klaus sorriu ao me ver,assim como todos os outros,mas com algo a mais,não liguei muito,e sorri novamente para todos.

--Pensei que você não iria vir-brincou Klaus

--Mas vim-falei-vamos logo acabar com isso...Quanto mais cedo entrarmos mais cedo sairemos

--Pelo contrario-disse Bianca-Vamos passar a noite aqui.

--NÃO!Vocês estão doidos?e UM CEMITERIO!LUGAR DE GENTE MORTA, DESCANÇAR!E NÃO DE PESSOAS VIVAS PASSAREM A NOITE!-falei,ou melhor gritei

--Vamos logo com isso-incentivou Thomas-nos vamos entrar não e,Fer?

--Com certeza!-disse ela,ela concordaria com ele em qualquer coisa,pois o amava,so ele não percebia-Vamos Sah,não vai acontecer nada.-em seguida me lançou um olhar,que dizia: Por favor...

Assenti cedendo a eles,eles haviam trazido uma barraca,e água e bolachas e chocolates com alguns sanduíches,fomos ate o muro e um a um o pulamos.Primeiro Klaus,e depois Fernanda e Bianca,e depois eu e Thomas,começamos a vagar pelos túmulos andando todos juntos,Klaus ao meu lado e Bianca ao lado dele e de Thomas e ao lado de Thomas a Fer,o clima estava pesado,e estranho,o medo estava no ar,agora ate Klaus estava todo arrepiado,os nossos extintos mais profundo nos diziam para ir embora agora,mas os ignoramos e continuamos,diante das sepultura e dos túmulos .

Eu estava toda arrepiada,e Klaus percebeu isso,ele me abraçou e continuamos andando abraçados,ate que Fernanda parou e disse:

--Aonde vamos montar a barraca?

--Pode ser ali-sugeriu Bianca,apontando para onde era o local de acender as velas,ela estava provavelmente quase apavorada com todo aquele suspense

Ninguém discutiu montamos a barraca e entramos,agora faltavam apenas 5 pra meia noite,o clima estava cada vez mais pesado,ninguém se atrevia a pronunciar uma palavra,e agora estava todos se encarando parecendo concluir q aquilo tinha sido uma grande idiotice.Ouvimos barulhos de passos vindo em nossa direção e ficamos mais assustados ainda,Thomas tapava q boca de Fernanda para q ela não gritasse,e Bianca nos encarava assustada,eu olhava para Klaus q me olhava também.

Quando o zíper foi aberto pelo lado de fora,todos agora tremiam,tínhamos medo do q fosse,eu não pensava q fosse um fantasma ou coisa do tipo,achava q fosse um bandido um assassino ou ate coisa pior,quando ele abriu completamente o zíper.O grito de Fernanda,foi acompanhado pelo de Bianca e o meu.

Era um velho ele nos olhou,ele era baixo meio corcunda,tinha uma cicatriz horrível de uma bochecha e outra,ele estava com uma foice,ele agora encarava cada um de nos.

--Por que estão aqui?-falou ele-e perigoso andar por aqui de noite

--A-A-a viemos passar a noite-falou Thomas

--Entao se vieram passar a noite,vão ficara noite aqui-falou ele,nos mostrando a chave do portão

--Por favor-falei-nos deixe ir!

--Vocês entraram aqui e agora sofreram as conseqüências-falou o velho
Ele se aproximou dos outros e de mim,com sua enorme foice,e sorriu.

--Bem vindos ao alvorecer dos Mortos-falou ele

Quando ele disse isso,o frio ficou intenso e podíamos ouvir barulhos por toda a parte...Enquanto ele se afastava de nos indo em direção ao portão,de três coisas eu estava convicta:

Primeira: Não sairíamos dali enquanto o dia não amanhasse se.
Segundo: Passar a noite ali, não seria a coisa mais fácil do mundo.

E terceira: Tinha certeza que algo, nos observava e apenas esperava uma oportunidade para atacar.

Agora era meia noite,Klaus fechou o zíper rapidamente,e volto para o meu lado,todos se encaravam não acreditando no que acabara de acontecer.

--Va-va-vamos sair daqui-falou Bianca-antes que ele volte

--Ele disse q não iramos sair,teríamos de passar a noite aqui!E se ele estiver la fora esperando,que agente saia?-falou Fernanda


--E,se ele estiver esperando que nos fiquemos aqui?E quando adormecemos ele vem e nos MATA?-falou Thomas

--Thomas-disse Fé-calma

--E calma-disse Klaus-vamos fazer assim,ficar remos acordados durante a noite em turnos,eu começo e depois,vc Thomas,a Fê,a Bi e você Sah

--Ok-dissemos em coro,ninguém discordou e todos nos deitamos,todos demoraram para dormir,mas assim q dormiram,senti as mãos de Klaus levantando a minha cabeça do travesseiro e a colocando no seu colo.Eu ia falar algo,mas me entreguei ao mar de sonhos de minha mente

Acordei ouvindo passos,agora já eram 2 da manha,Klaus dormia do meu lado e todos estavam dormindo conclui q ele havia pegado no sono e me sentei.Os passos continuaram,eu queria gritar mas minha mente não permitia tal idiotisse da minha parte,fiquei apenas ouvindo,e do nada eles pararam.De repente foram se afastando,olhei em volta para todos q dormiam tranquilamente,Klaus,Bi,Thomas ...e...e ... e...

-AHHHHHHHHHH-gritei acordando a todos


-O que foi?-disse Thomas

-Ah,Fê sumiu-disse-ela não esta aqui,ela estava ate eu ouvir uns passos,dae ela sumiu-começei a chorar-ela sumiu

Klaus me abraçou,dizendo palavras de consolo

-Temos que ir atraz dela-disse Thomas

-Com aquele velho louco ai fora?-disse Bianca-nem pensar

-Ela faria o mesmo por nos-disse ele

Concordamos,e pegamos as lanternas,iríamos todos juntos pois nos separar podia ser um perigo,todos preparados e prontos

5;

4;

3;

2;

1.

Klaus abriu o zíper,a única coisa q pensei,foi: temos q achar a Fé.
O clima estava frio e havia neblina,precisamos de alguns minutos para conseguirmos,perder o medo da paisagem a nossa volta,túmulos,sepulturas e mausoléus.

Já estávamos andando a alguns minutos,mas mais pareciam horas,tinha um objetivo,achar a Fé,mas era difícil pensar,quando se tem medo,medo e só psicológico pensei comigo mesma.Alguns minutos depois estávamos perto do maior mausoléu de todos.Grande e branco,com portões de ferro enferrujados,um grande anjo de pedra,no observava,isso dava um aspecto ainda mais terrível ao mausoléu,parei e fiquei olhando para o grande mausoléu,t,Klaus e os outros pararam e me olharam,comecei a sonhar acordada...ou minha imaginaçao estava me traindo...


“...

Eu estava parada olhando para o mausoléu,quando algo foi jogado de cima pelo grande anjo de pedra,com o olhar sombrio,era um corpo,estava deformado,e enforcado,a corda começou a girar lentamente e entao pude ver o rosto de quem era o corpo era a Fê.

...”

Sai correndo em disparada,para o meio dos túmulos Klaus vinha correndo logo atraz de mim,falando algo intangível,ou pelo menos eu não queria escutar,os outros deviam fazer o mesmo,mas não sabia ao certo.Não olhava para traz,estava morrendo de medo,mas alguém me fez parar,não alguém mas algo,um vulto passou rapidamente pela minha frente.Gritei novamente,virando e correndo na direção contraria,e trombei com o Klaus.

--Ei...ei calma-disse ele-o que foi?

--Eu vi...-falei-eu vi um vulto

--Calma-falou ele novamente-vamos voltar para onde os outros estão.

--Temos,que voltar-falei,imaginando para onde o vulto tinha ido,corri com Klaus ate o grande mausoléu branco,mas como já havia imaginado todos tinham desaparecido.Klaus tentou justificar isso de todas as maneiras possíveis,”eles devem ter ido atraz da gente e se perdido”,”devem ter voltado a procurar a Fê” e bla,bla,bla.

--Não foi nada disso!-gritei-Tudo esta ligado,aquele velho,a sumiço da Fer os vultos!!!Mas que caralho!!!Voce não entende?!Eles nos querem,como eu já disse,aqui e o lugar dos mortos!E não dos vivos!!!-descontei toda a minha raiva contida em Klaus,que ficou calado apenas me olhando.

--Sah-disse ele-e difícil,mas eu não sei que dizer-longo suspiro-agora não e a hora,pra eu te dizer isso...-diminui o tom da voz-mas eu te amo.

Fiquei tão surpresa, com isso que não tive reação quando algo em decomposição, e muito fedorento se aproximou de nos,Klaus percebeu e saiu correndo comigo,me puxando pela mão,eu o seguia confusa,mas sem pestanejar,corremos entre os túmulos e as sepulturas,ate que o perdemos de vista.Corremos por mais alguns minutos,quando paramos estávamos perto do portão,Klaus estava em silencio,e eu não iria falar nada,porque a principio não tinha nada o que falar,mas depois comecei:

--Klaus,eu...hã...

--Esqueça,Sabrina-murmurrou ele,nunca ele tinha me chamado de Sabrina,depois que ele mesmo me apelidara de Sah,isso me deu um calafrio-vamos achar os outros e ir embora daqui.

--Mas...

--Mas nada,se você quiser ir,pode ir,o portão esta ali-ele apontou,para o enorme portão enferrujado,que por algum motivo estava sem o cadeado.

--Vou achar os outros,com você-falei rispidamente.

Ele deu os ombros e começou a andar para a direção oposta,pela que viemos,fui atraz dele,sem dizer se quer uma palavra,andamos muitos e muito metros,ate conseguirmos ver o grande mausoléu branco,fiquei o observando medida que nos aproximavam,faltava algo,nele,algo que estava la,antes,sabia que estava faltando algo,mas não sabia o que,era difícil adivinhar.

Klaus estava muito distante de mim,não falo apenas emocionalmente,mas sim longe de distancia,ele devia esta a uns 3 metros de mim.Nos aproximamos do mausoléu,foi quando percebi o que faltava,era o enorme anjo de pedra,mas foi tarde de mais,ele

já havia pego Klaus pela gola da blusa,e o levantara do chão,Klaus se debatia contra o enorme corpo de pedras,ele gritava coisas intangíveis,mas nada alterava a expressão fria e intangível,da pedra com forma de anjo.

O anjo de pedra me olhou,e disse algo.Não ouvi o que ele disse,porque Klaus gritou para mim:

--Corra para o portão saia!Agora!Va Sah,não tem como você resgatar nenhum de nos!Corra!Agora!Viva por mim!

Comecei a correr,mas olhei por cima do ombro,e vi Klaus no chão,e o anjo com uma enorme,lança,apontada para o peito de Klaus.Gritei por cima do ombro:

--Eu também te amo Klaus.

Ouvi o grito dele,me virei ainda correndo,ele soltou seu ultimo suspiro,e caiu no chão,agora o anjo me olhava,e gritava ordens para os outros.Voltei a correr o mais rápido que pude as lagrimas deslizavam pelo meu rosto.Eu tenha um no na garganta,e um medo horrível,não parava por nada,via vultos,e zumbis ao longo do caminho,mas desviava deles,o desejo de viver era mais forte,eu faria isso por Klaus.Eu estava próxima do portão,já era o alvorecer,o sol se levantava preguiçosamente no horizonte.Cai perto do portão,tive um ultimo vislumbre antes de desmaiar ,o anjo voltando correndo para o seu grande mausoléu branco,e os vulto sumindo e os zumbis correndo para sua covas.

Em tão eu me entreguei as lagrimas, e a inconsciência, que vinha devido ao cansaço;



***


Acordei,num lugar extremamente claro,havia várias maquinas naquele lugar,e tinha um barulho,não sei da onde vinha,mas estava me irritando,era tic,tic,tic,tic.Tentei mexer os braços mas eles estavam amarrados na cama,fiquei horrorizada com isso,e gritei;

So me liguei que era um hospital,quando um enfermeira entrou,com minha mãe ao seu lado,a enfermeira tinha uma enorme seringa,fiquei as observando,assim como elas me observavam.

--Filhinha-disse minha mãe-A enfermeira,so vai aplicar o seu calmante...

--Nada de calmante-disse um homem,grande e loiro-ela precisa ser interrogada,ela e a nossa principal suspeita

--Não,ela e sou uma criança-disse minha mãe

-Não me importo,Sr.Taner.-disse ele
-Espere,Sr.Comandulli,pelo menos ate que ela esteja totalmente reabilitada-disse um outro homem
-Sabrina..-sussurrou alguém.
Quando fui procurar quem me chamava, vi o leve relance de Fernanda passar ao meu lado.
-Sah-sussurrou outra,quando olhei,tive um leve vislumbre da silhueta de Klaus de Pé, ao lado da porta-que não esta com agente?
-Sabrina, venha conosco, aqui é bem melhor - disse Bianca na minha frente, ela tinha as roupas manchadas de sangue, e o pescoço tinha uma linha vermelha,aonde escorria sangue.
-Bia-eu disse, mas ela não estava mais lá.
-Sabrina.. Venha-disseram várias vozes.
-Parem com isso!-gritei.
-Ela esta alterada de novo doutor - disse a enfermeira na porta do quarto
-Ela precisa de mais calmantes - disse o doutor
-mas ela esta quase dopada, pode entrar em estado de choque - disse a enfermeira novamente.
-De mais remédios a ela - disse o doutor-antes que algo aconteça
-Me tirem daqui! Por favor!-eu disse, ou melhor, gritei.
-Agora - disse o doutor, se retirando, a enfermeira, entrou em meu quarto, me olhando e disse:
-Hora de tomar os remédios querida
-Isso, remédios, eles vão me fazer dormir, não me fazer ve-los-eu murmurei.
Ela aplicou os remédios, e eu senti minhas pálpebras pesadas e dormi.
Acordei,não sei quanto tempo depois e olhei em volta,estava ainda na clinica, sozinha, sem "eles”. Estava de noite, e estava frio,não os via,fiquei feliz por isso, pelo menos achava que não os via.
-hei Sah-disse Klaus,perto de uma escrivaninha,novamente apenas tive um vislumbre dele- venha aqui meu amor...-ele deixou algo na mesa,e sumiu
Levantei-me tremendo, e fui à direção à mesa.
Em cima da mesa cintilava um objeto metálico, com um brilho sombrio, estendi a mão para ele, e outra mão se estendeu com a minha, era uma mão masculina, comecei a tremer, a mão fria me tocou, e me fez pegar o pequeno objeto prateado indefinido agora não mais indefinido, era um pequeno canivete, senti um sussurro frio em meu ouvido que dizia:
-Faça Sah, por favor, por mim seu Klaus - outras vozes completaram depois-por nos, seus amigos.
-Não, não posso. Eu tenho que ficar e descobrir quem fez isso com vocês - disse com a voz fraca.
-Junte-se a mim - disse a voz de Klaus mais perto do meu ouvido-junte-se ao seu amado
-Junte-se a nos - repetiram os outros, depois Fernanda continuo sozinha-eu e Thomas estamos felizes, juntos para sempre, pode ser assim com você e o Klaus também.
-Não! Eu não quero ir com vocês, por favor, me deixem em paz-eu disse a ponto de chorar.
-Porque não, o que tem a perder?Ninguém esta com você alem de nos, nos a entendemos e sabemos que tudo que você disse e verdade, sua mãe esta em casa, feliz por ter se livrado de você, não acha?Uma filha que vê os espíritos de seus amigos mortos, que desgraça para uma mãe, não?-disse Thomas, aparecendo e sumindo rapidamente.
-Minha mãe nunca faria isso comigo - eu disse, mas não tinha tanta certeza.
-Não tem certeza - disse Bianca-Como pode saber, desde quando ela não te visita?Há dias?Semanas?Ou ate mesmo meses?
-Ela veio aqui hoje, eu a vi!
-Por pena - disse Fernanda - Sabe, que nos a ouvimos falar para os médicos, que não agüentava mais, ser tachada como a mãe da garota, que matou os amigos!A mãe da garota que vê espíritos!A mãe da garota satanista!
-Parem! Vocês se dizem meus amigos, mas amigos não dizem isso! Não desejam a morte de um amigo!
-Não desejamos a sua morte, meu amor - disse Klaus aparecendo para mim,de frente,ele tinha um enorme buraco no peito,e a roupa estava toda manchada de sangue,do canto da boca,escorria um leve filete de sangue-So queremos,que fique com agente,que pague o favor que nos deve.Meu amor-ele se aproximou como se para me beijar,eu comecei a tremer,e ele sumiu.
-Não,devo nada a vocês-falei-como assim a mãe da “garota satanista”?
 -Sabe,depois que moremos,nossos corações foram retirados,pelo anjo de pedra eu acho,ou um dos “coleginhas” dele.-disse Fernanda - mas não lhe contaram isso,porque ainda e nova,e eles vão esperar que você complete maior idade,para o seu julgamento ,provavelmente te condenarem,a morte na cadeira elétrica!
-Você nos deve, - disse Thomas-a vida, nos demos as nossas para salvar você!
-Morte na cadeira elétrica?-disse, tremendo
-E,meu amor - disse Klaus aparecendo com os outros na minha frente,Klaus,Bianca,Fernanda com o pescoço todo marcado e Thomas,com todo o corpo coberto de sangue - por isso queremos que se junte a nos,você ficara com agente para toda a eternidade,venha-ele me estendeu a mão
 Peguei a laminha, e levei para perto do pulso, não tive coragem de cortar, mas uma mão me forçou a cortar meu pulso aonde começou a escorrer sangue, ele pingava no chão, comecei a ficar com os olhos com pontos pretos e cai no chão, tendo a ultima visão de meus amigos, mas agora os vendo de verdade, não eram mais eles. Eles estavam com a mesma forma, mas agora como espíritos malignos, e me fizeram me juntar a eles. Fechei os olhos eternamente, acolhendo a morte com remorso. E por fim meu espírito se livrou do meu corpo humano, indo e direção aos meus supostos amigos,passaria a eternidade com eles,sofrendo,e sendo atormentada.



Fim



                             Agradecimentos
                                        ~~

A vocês leitores e claro. Muito obrigado pelo apoio e pela paciência.
A minha família.
A meus amigos e amigas meus pontos de sanidade nesse mundo, a minha amiga Fernanda, que ficou louca por eu ter matado ela nesse conto: *, Bianca, minha outra amiga, que também matei nesse conto: * (Muito obrigado Bianca por ter me ajudado nos momentos de bloqueio criativo) Amos vocês.
Mais um agradecimento a vocês meu leitores novamente, pela paciência, e a compreensão. A e me desculpem os erros: *






By:Bruh Cris (eu)

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